sexta-feira, 28 de março de 2008

morfeu

eu adormeci e sonhei...

um sonho que nao entendi

e quando acordei ja nao sabia mais

que eu era e derrepente tudo clareou





sonhei começar do começo e escrever as proprias regras

andar descalça e sentir o chão



entao adormeci e sonhei

um sonho qeu nao entendi.

segunda-feira, 17 de março de 2008

Eu quero

Quero beber vinho
E deitar nua
Olhar a lua

dane-se o resto
Ver bicho em nuvem e rir sozinha


Quero beber vinho e mergulhar fundo
Num rio escuro
Transformar-me em sereia
E aforgar-me em meus sonhos


Virar Ismalia
Subir aos
Ceus
E descer
Ao mar
Abraçar a lua meu bem

E dormir.

quarta-feira, 12 de março de 2008

enjoada

estou enjoada de escrever besteiras, publicoar bobagens ainda que irritada com o que ponho nesse blog, insisto em continuar preciso ler mais buscar mais, ser mais
mesmo sem esperança sigo em frente ....

segunda-feira, 3 de março de 2008

insanidade logica

Hoje estou vermelho sangue
Vermelho vida
Em carne viva

A ultima gota é doce
O ultimo susprio é suave
Com minhas unhas negras rasgarei a carne
e mato
Um minueto ao meu prazer
E escaldada
No calor orgasmico
Na minha insanidade
logica.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

O anjo de uma asa só

eu o vejo
a semi caminhar
semi olhar
e semi voar
o desequilibrio o impdede de ir alem dos seus sonhos
alem das planicies douradas
o sol poente se esconde e convida
mas ele nao pode chegar
a sua asa esta ferida
e sagra

o desequilibrio é aparente...
vem meu anjo da-me a tua mao fria
juntos fasemos um par de asas
e ao emcontro do poente iremos
enfim voar.

desencanto

Desencanto (Manuel Bandeira)
Eu faço versos como quem chora
De desalento... de desencanto...
Fecha o meu livro, se por agora
Não tens motivo nenhum de pranto.
Meu verso é sangue.
Volúpia ardente...
Tristeza esparsa...remorso vão...
Dói-me nas veias.
Amargo e quente,
Cai, gota a gota, do coração.
E neste versos de angústia rouca
Assim dos lábios a vida corre,
Deixando um acre sabor na boca.
Eu faço versos como quem morre.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Obrigada

As delicias das suas palavras
As sorvo como chá macio
Vai entrando
Vai descendo
Caloroso até o estomago
Deliciando o meu corpo
Alimentando a minha alma

As palavras que você propaga
Abranda o meu viver
Faz meus pés tocarem o chão

Obrigada meu anjo sem asas
Pela comida que partilha
Pelas mãos quentes junto as minhas
E pelas palavras aladas
Que divide comigo.